Funilaria e pintura: 8 dicas de como escolher uma boa oficina de reparação

ivei // 21 de junho 2016
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No post anterior falamos dos cuidados necessários com a pintura automotiva do seu veículo de frota ou mesmo, do seu veículo de uso pessoal, independente de pintura sólida ou metálica (clique aqui para ler se você perdeu essa postagem).

Hoje, o blog da IVEI – Inteligência Veicular vai levantar algumas dicas e cuidados essenciais na hora de escolher uma oficina de funilaria e pintura para cuidar de seu veículo de frota.

Após o susto ou a dor de cabeça de bater um carro ou ter o carro de sua frota batido, vem a preocupação de encontrar uma oficina de reparação que seja de confiança e preste um bom trabalho com preço acessível (é o que todos buscam).

Geralmente recorremos a algum amigo, ou alguma empresa que já conhecemos em área similar, mas que possa nos indicar um bom profissional na área. Porém, para evitar uma escolha errada na falta de uma indicação, fique atento nos tópicos a seguir:

1 – Classificação de Oficinas

Talvez você não sabia mas o Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária) em parceria com o IQA (Instituto de Qualidade Automotiva), criou uma tabela onde as oficinas de reparação são classificadas em até cinco estrelas de acordo com os serviços prestados com qualidade. Clique aqui para consultar a lista de oficinas avaliadas.

2 – Ambiente da Oficina

Limpeza e organização estão diretamente ligados ao tipo de serviço que será prestado ao seu veículo. Nada de sujeira, manchas ou pôsteres de mulheres nuas na parede. Preste atenção inclusive para o tipo de chão da oficina, pois não deve ser poroso devido a absorção dos líquidos.

3 – Área de Pintura

Suspeite de salas fechadas chamadas de “cabines de pintura”, pois essas normalmente não possuem circulação de ar adequada o que resulta em poeira e sujeira que podem avariar sua pintura.

Empresas que oferecem serviço e tecnologia de ponta, possuem uma mesa de mescla ou laboratório de tinta para o caso de pinturas com cores bem específicas.

4 – Bancada de estiramento de monobloco

É um dos itens mais importantes a ser avaliado dentro de uma oficina, tendo em vista que ele nos permite observar tudo o que está sendo consertado no veículo avariado e sabemos que a falta da bancada ou mesmo, uma bancada em má condições pode resultar numa variação de milímetros no seu veículo, o que já compromete a dirigibilidade do mesmo e até mesmo, segurança.

5 – Solda ponto

É usada em 90% das soldagens do monobloco possibilitando que o processo seja rápido e o serviço realizado com qualidade.

6 – Lixamento a seco

Recomendado e aceito sem receio uma vez que o lixamento à água contribui para a corrosão da lataria. Uma lixadeira pneumática pode absorver até 70% dos resíduos enquanto um piso vazado absorve o restante.

7 – Spotter ou Repuxadeira Elétrica

Servem para desamassar a lataria sem a necessidade de cortá-la, pois aderem facilmente à superfície do metal no momento da soldagem. Já para peças que não podem sofrer calor excessivo, é recomendado o uso de solda MIG/MAG. Maçarico (solda oxiacetilênica) jamais!

8 – Solapadeira

É utilizada para nivelar duas partes buscando afetar o mínimo possível a estrutura preservando a originalidade do veículo. Usado para rebaixar peças quando é necessário mais espaço para se firmar outra peça por cima.

Agora que você já está “craque” digamos assim, nos assuntos referentes aos reparos de funilaria e pintura, basta conseguir um bom orçamento para reparação.

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